terça-feira, 19 de julho de 2011

De corretor de imóveis a consultor especializado


Já são 15 universidades no país que oferecem o curso superior em Gestão de Negócios Imobiliários. Cerca de 15% dos corretores de imóveis no Brasil possuem a formação. E a tendência é que cada vez mais a especialização diferencie um profissional do outro. No curso, os acadêmicos aprendem sobre direito imobiliário, matemática, finanças, engenharia, arquitetura, topografia, informática, entre outras disciplinas. Com o aprendizado, saem preparados para trabalhar em administradoras de imóveis e condomínios, escritórios de corretagem e de advocacia, incorporadoras e outros estabelecimentos afins.O Cofeci – Conselho Federal de Corretores de Imóveis – apóia a graduação e reconhece a importância dela nas negociações. “A formação superior do corretor de imóveis dá mais segurança nas transações imobiliárias. Passa mais credibilidade para as pessoas que vão adquirir seus imóveis”, avalia Oscar Hugo Monteiro Guimarães, vice-presidente para assuntos pedagógicos do COFECI. Para o professor, palestrante e autor de livros como “Sucesso com Inteligência”, Nailor Marques Júnior, a formação em nível superior ou de pós-graduação dos corretores de imóveis trouxe uma dignidade à classe antes nunca vista. “É visível a passagem evolutiva do corretor para o negociador, do recebedor de comissão para o consultor especializado que recebe honorários, do profissional que intermédia simplesmente uma relação de compra ou locação para um solucionador de problemas de um cliente”, acrescenta.O estado que possui mais opções de curso é Santa Catarina: três universidades catarinenses oferecem a graduação. Mas o curso já existe em todas as regiões do país.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

CAPITAL TOWER – O LANÇAMENTO MAIS SOFISTICADO DO ANO






O Capital Tower tem uma magnífica arquitetura e incorpora a mais avançada tecnologia aplicada a empreendimentos de salas comerciais. Mas é na sua localização que apresenta um dos pontos mais altos:um endereço nobre na área comercial mais valorizada do sul do Brasil.


O empreendimento fica na Carlos Gomes, entre a Anita Garibaldi e a Plínio Brasil Milano, no melhor ponto do principal polo empresarial de Porto Alegre. Tem acesso privilegiado às áreas mais importantes da cidade, ao Aeroporto Salgado Filho e às principais vias de acesso. Uma localização assim permite a otimização do seu tempo e garante uma posição estratégica para o desenvolvimento dos negócios e o atendimento dos clientes.


A flexibilidade das plantas do Capital Tower possibilita a solução mais adequada para a sua atividade, seja empresa ou profissional liberal, destacando as áreas jurídica e de saúde. As salas e modulações variam de 51 a 620m² de área privativa.


Porto Alegre passa por um grande momento de expansão imobiliária. Neste cenário, os empreendimentos comerciais de alto padrão apresentam uma grande valorização. A Capital Gaúcha é destaque no crescimento dos preços de locação deste tipo de imóvel. A taxa de vacância (salas vagas) em Porto Alegre no último trimestre do ano passado foi de apenas 3,8% enquanto a média nacional entre as capitais analisadas ficou em 7,8%, mais que o dobro.

Tudo isso faz do Capital Tower um investimento com garantia de rentabilidade e valorização patrimonial.


Antecipe-se e aproveite esta fase de pré-lançamento, contando com a melhor tabela e podendo escolher mais tranquilamente entre as diversas posições disponíveis, faça um contato agora mesmo e agende uma reunião de demonstração deste maravilhoso produto.




domingo, 10 de julho de 2011

Os estrangeiros e o mercado imobiliário

Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário

Esta semana, estava lendo as notícias do dia num grande portal da internet e me chamou atenção uma matéria em relação ao aumento dos investimentos estrangeiros em imóveis no Brasil. Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países do mundo estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário, que está cada dia mais valorizado.

O volume de negociações nas imobiliárias disparou. De acordo com dados que andei observando, grandes imobiliárias brasileiras tiveram seu faturamento de negócios com os estrangeiros dobrado no ano passado, fato que deve se repetir em 2011. Na Sotheby's International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, por exemplo, as vendas devem quadruplicar até o fim do ano, chegando a R$ 400 milhões aqui no Brasil. Segundo a imobiliária, que é especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra.

Os imóveis em nosso país se valorizaram muito nos últimos anos, especialmente nas grandes capitais. Isso aconteceu desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu. Segundo o índice FIPE Zap, produzido em parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e a Zap Imóveis, nos últimos 12 meses, os imóveis na cidade de São Paulo tiveram uma valorização de 27% em média. Nos últimos 3 anos, o preço médio dos imóveis na capital paulista teve um aumento de 85,5%.

PERFIL DOS INVESTIDORES

Mas, afinal, quem são estes estrangeiros que compram imóveis aqui? De acordo com os corretores, o perfil é bastante variado. Há residentes no exterior que passam poucos meses aqui e que alugam suas casas para ganhar dinheiro; há muitos executivos que vêm para o Brasil a trabalho; e há também pessoas interessadas em multiplicar seu capital com a rentabilidade do aluguel ou com a revenda das propriedades.

Os valores médios dos negócios variam entre 1 e 4 milhões de reais e os investidores geralmente procuram bairros charmosos e nobres. A taxa de retorno para quem investe aqui é bastante positiva, com uma média de 12% ao ano, o dobro da Alemanha. E nosso preço ainda é baixo, se comparado a outros países do mundo. Tudo isso colabora para incentivar os estrangeiros.

NOVA POSTURA DAS IMOBILIÁRIAS

Com esta mudança de paradigma e o crescente aumento da procura dos estrangeiros, a tendência é de que as imobiliárias criem setores específicos para atender estas pessoas. O volume de chineses querendo investir aqui é bastante grande e, com isso, corretores que falem mandarim estão super valorizados no mercado. Falar inglês e espanhol é básico para estes profissionais. Muitas delas já estão criando até mesmo serviços de assessoramento jurídico e financeiro especialmente voltados para estes investidores.

E O BRASILEIRO?

Neste cenário, o brasileiro também vê o imóvel como um importante investimento. Para ele, trata-se de uma boa opção de reserva de uma aposta na valorização deste bem e um valor para o longo prazo. Ele também pensa no recebimento de aluguéis como uma forma conservadora e segura de consolidar seu patrimônio.

O investidor brasileiro pensa na valorização que terá em alguns anos, o que é uma forma de ganhar dinheiro para o futuro. O imóvel é algo palpável, que o brasileiro sente poder confiar, por isso, para ele, é culturalmente um investimento interessante. O primeiro imóvel ele compra geralmente por necessidade; o terceiro, geralmente é um investimento. No entanto, depois desta super valorização que tivemos, acredito que o investidor deva ser cauteloso, seja ele brasileiro ou estrangeiro.

Para nós, representantes do varejo da construção, um mercado imobiliário aquecido é muito interessante. Brasileiro ou estrangeiro, as pessoas quando mudam de casa sempre reformam; se o imóvel é novo, material de construção já está lá. Movimentando a cadeia produtiva da construção, certamente venderemos mais e poderemos gerar lucros e riqueza para o País.

O Corretor de imóveis na era dos lançamentos

Com o mercado imobiliário aquecido muitas pessoas tem optado pela carreira de corretor de imóveis, o grande motivo para esse aumento é o incentivo de grandes empresas que recrutam vários vendedores para comercializar seus lançamentos.

Essas empresas investem pesado em marketing para atrair cada vez mais clientes, deixando muitas vezes a desejar no que diz respeito ao treinamento dos seus vendedores.

Muitas empresas nem exigem que o vendedor tenha registro no creci e algumas que ele se inscreva em um curso para corretores de imóveis como estagiário, A intenção das empresas não é que esses profissionais se tornem corretores e sim que sejam mais uma forma de mão de obra barata para suprir a demanda do mercado imobiliário.

Com o atual cenário a tendência após o mercado imobiliário suprir essa grande demanda por lançamentos é que apenas os corretores que investirem em capacitação ou se adaptarem a outros nichos do mercado permaneçam atuando no ramo imobiliário.

Autor: Rony Meneses,
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária
www.publicidadeimobiliaria.com