REGULARIZAÇÃO IMOBILIÁRIA - CLÁUDIO ABEL
terça-feira, 19 de julho de 2011
De corretor de imóveis a consultor especializado
segunda-feira, 11 de julho de 2011
CAPITAL TOWER – O LANÇAMENTO MAIS SOFISTICADO DO ANO


O empreendimento fica na Carlos Gomes, entre a Anita Garibaldi e a Plínio Brasil Milano, no melhor ponto do principal polo empresarial de Porto Alegre. Tem acesso privilegiado às áreas mais importantes da cidade, ao Aeroporto Salgado Filho e às principais vias de acesso. Uma localização assim permite a otimização do seu tempo e garante uma posição estratégica para o desenvolvimento dos negócios e o atendimento dos clientes.
A flexibilidade das plantas do Capital Tower possibilita a solução mais adequada para a sua atividade, seja empresa ou profissional liberal, destacando as áreas jurídica e de saúde. As salas e modulações variam de 51 a 620m² de área privativa.
Porto Alegre passa por um grande momento de expansão imobiliária. Neste cenário, os empreendimentos comerciais de alto padrão apresentam uma grande valorização. A Capital Gaúcha é destaque no crescimento dos preços de locação deste tipo de imóvel. A taxa de vacância (salas vagas) em Porto Alegre no último trimestre do ano passado foi de apenas 3,8% enquanto a média nacional entre as capitais analisadas ficou em 7,8%, mais que o dobro.
Tudo isso faz do Capital Tower um investimento com garantia de rentabilidade e valorização patrimonial.
Antecipe-se e aproveite esta fase de pré-lançamento, contando com a melhor tabela e podendo escolher mais tranquilamente entre as diversas posições disponíveis, faça um contato agora mesmo e agende uma reunião de demonstração deste maravilhoso produto.
domingo, 10 de julho de 2011
Os estrangeiros e o mercado imobiliário
Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário
Esta semana, estava lendo as notícias do dia num grande portal da internet e me chamou atenção uma matéria em relação ao aumento dos investimentos estrangeiros em imóveis no Brasil. Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países do mundo estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário, que está cada dia mais valorizado.
O volume de negociações nas imobiliárias disparou. De acordo com dados que andei observando, grandes imobiliárias brasileiras tiveram seu faturamento de negócios com os estrangeiros dobrado no ano passado, fato que deve se repetir em 2011. Na Sotheby's International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, por exemplo, as vendas devem quadruplicar até o fim do ano, chegando a R$ 400 milhões aqui no Brasil. Segundo a imobiliária, que é especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra.
Os imóveis em nosso país se valorizaram muito nos últimos anos, especialmente nas grandes capitais. Isso aconteceu desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu. Segundo o índice FIPE Zap, produzido em parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e a Zap Imóveis, nos últimos 12 meses, os imóveis na cidade de São Paulo tiveram uma valorização de 27% em média. Nos últimos 3 anos, o preço médio dos imóveis na capital paulista teve um aumento de 85,5%.
PERFIL DOS INVESTIDORES
Mas, afinal, quem são estes estrangeiros que compram imóveis aqui? De acordo com os corretores, o perfil é bastante variado. Há residentes no exterior que passam poucos meses aqui e que alugam suas casas para ganhar dinheiro; há muitos executivos que vêm para o Brasil a trabalho; e há também pessoas interessadas em multiplicar seu capital com a rentabilidade do aluguel ou com a revenda das propriedades.
Os valores médios dos negócios variam entre 1 e 4 milhões de reais e os investidores geralmente procuram bairros charmosos e nobres. A taxa de retorno para quem investe aqui é bastante positiva, com uma média de 12% ao ano, o dobro da Alemanha. E nosso preço ainda é baixo, se comparado a outros países do mundo. Tudo isso colabora para incentivar os estrangeiros.
NOVA POSTURA DAS IMOBILIÁRIAS
Com esta mudança de paradigma e o crescente aumento da procura dos estrangeiros, a tendência é de que as imobiliárias criem setores específicos para atender estas pessoas. O volume de chineses querendo investir aqui é bastante grande e, com isso, corretores que falem mandarim estão super valorizados no mercado. Falar inglês e espanhol é básico para estes profissionais. Muitas delas já estão criando até mesmo serviços de assessoramento jurídico e financeiro especialmente voltados para estes investidores.
E O BRASILEIRO?
Neste cenário, o brasileiro também vê o imóvel como um importante investimento. Para ele, trata-se de uma boa opção de reserva de uma aposta na valorização deste bem e um valor para o longo prazo. Ele também pensa no recebimento de aluguéis como uma forma conservadora e segura de consolidar seu patrimônio.
O investidor brasileiro pensa na valorização que terá em alguns anos, o que é uma forma de ganhar dinheiro para o futuro. O imóvel é algo palpável, que o brasileiro sente poder confiar, por isso, para ele, é culturalmente um investimento interessante. O primeiro imóvel ele compra geralmente por necessidade; o terceiro, geralmente é um investimento. No entanto, depois desta super valorização que tivemos, acredito que o investidor deva ser cauteloso, seja ele brasileiro ou estrangeiro.
Para nós, representantes do varejo da construção, um mercado imobiliário aquecido é muito interessante. Brasileiro ou estrangeiro, as pessoas quando mudam de casa sempre reformam; se o imóvel é novo, material de construção já está lá. Movimentando a cadeia produtiva da construção, certamente venderemos mais e poderemos gerar lucros e riqueza para o País.
O Corretor de imóveis na era dos lançamentos
Com o mercado imobiliário aquecido muitas pessoas tem optado pela carreira de corretor de imóveis, o grande motivo para esse aumento é o incentivo de grandes empresas que recrutam vários vendedores para comercializar seus lançamentos.
Essas empresas investem pesado em marketing para atrair cada vez mais clientes, deixando muitas vezes a desejar no que diz respeito ao treinamento dos seus vendedores.
Muitas empresas nem exigem que o vendedor tenha registro no creci e algumas que ele se inscreva em um curso para corretores de imóveis como estagiário, A intenção das empresas não é que esses profissionais se tornem corretores e sim que sejam mais uma forma de mão de obra barata para suprir a demanda do mercado imobiliário.
Com o atual cenário a tendência após o mercado imobiliário suprir essa grande demanda por lançamentos é que apenas os corretores que investirem em capacitação ou se adaptarem a outros nichos do mercado permaneçam atuando no ramo imobiliário.
Autor: Rony Meneses,
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária
www.publicidadeimobiliaria.com
sexta-feira, 25 de março de 2011
Mercado imobiliário aquecido valoriza os corretores
No rastro do aquecimento do mercado imobiliário no Brasil, a procura pela profissão de corretor de imóveis vem crescendo a cada dia. As oportunidades de ganhos geradas pelo incremento das vendas atraem cada vez mais profissionais interessados no grande número de comissões que podem receber. No entanto, apesar da grande oferta de profissionais, as imobiliárias queixam-se da falta de pessoal qualificado.
Segundo Gilberto Cabeda, vice-presidente de Comercialização de Imóveis do Sindicato da Habitação (Secovi-RS), a expansão de vendas de imóveis tem gerado uma necessidade por mais corretores. Além disso, a vinda para o Estado de grandes empresas nacionais também contribuiu para aumentar a demanda por profissionais. "Eles têm que manter equipes grandes, de 300 a 500 corretores, o que gera uma falta de mão de obra", afirma Cabeda.
Apenas no Rio Grande do Sul, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RS) registrou um aumento expressivo de novos profissionais no mercado de trabalho. Em 2010, o órgão credenciou 1.996 corretores de imóveis autônomos. Em 2009, o número foi de 1.753. De acordo com Maria de Lourdes de Moura, assessora pedagógica do Creci-RS, 55% dos que ingressaram na profissão nos últimos anos são jovens de 23 a 32 anos. "Os demais são pessoas mais maduras que buscam na profissão ganhos maiores do que tinham."
A possibilidade de remuneração alta é um dos grandes atrativos para esses novos profissionais. "Dependendo da empresa onde se trabalha e da quantidade de negócios que realiza, um corretor pode ganhar mais que um executivo de uma multinacional, faturando acima de R$ 30 mil", ( O máximo que consegui chegar foi R$ 29 mil realmente R$ 30 mil é muito difícil heheheheh) afirma Carolina Alencar, coordenadora de Recursos Humanos da Lopes. No entanto, a maior oferta de mão de obra não chega a cobrir a maior exigência das empresas: qualificação. "Há uma falta de profissionais com a experiência necessária para fechar bons negócios", lembra. Essa opinião é compartilhada por Christian Voelcker, vice-presidente e diretor de Operações da Auxiliadora Predial. "Se tornar corretor é fácil, difícil e raro é conjugar a habilitação com a prática. Cerca de 20% dos profissionais são qualificados", calcula.
Para manter os profissionais, as empresas têm lançado mão de estratégias criativas. É o caso da Melnick Even, que neste mês premiou os corretores que se destacaram em 2010. "Nosso objetivo é reconhecer os melhores profissionais, que buscam treinamento e procuram realizar um bom atendimento aos clientes", explica Juliano Melnick, diretor comercial da empresa. Entre os prêmios, estão viagens ao exterior e um automóvel. Um dos profissionais agraciados foi a corretora Fabiani de Conto. Para ela, essa valorização mostra preocupação em criar vínculos, tanto com os funcionários quanto com os clientes. "Dessa forma ela garante bons negócios a longo prazo", destaca.
terça-feira, 22 de março de 2011
Venda de casa subsidiada dá lucro de 700%
032011
(Gazeta do Povo) – 06/03/11
Imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida estão sendo refinanciados a terceiros; beneficiado gasta R$ 7,2 mil e ganha R$ 60,2 mil
As plaquinhas de “vende-se” que começam a proliferar nos condomínios populares do Minha Casa, Minha Vida expõem uma falha que limita o alcance do programa: imóveis que custam R$ 55 mil para o governo (R$ 17 mil de subsídio e R$ 38 mil financiados) vêm sendo refinanciados para terceiros pela Caixa Econômica Federal por cerca de R$ 125 mil. Ou seja, um mesmo apartamento popular pode receber R$ 180 mil de dinheiro público – valor que seria suficiente para garantir três imóveis do programa.
Essas transações acabam elevando os preços dos imóveis destinados à baixa renda e provocando especulação imobiliária, na medida em que alavancam dinheiro para a compra de imóveis mais caros. Assim, a revenda financiada pela Caixa, com recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), acaba bancando com recursos públicos um lucro privado de mais de 700% para quem vende o imóvel.
Essa distorção da finalidade original do Minha Casa, Minha Vida – reduzir o déficit habitacional da baixa renda – está na mira do Congresso. O relator da medida provisória que institui a segunda fase do programa, o deputado André Vargas (PT-PR), pretende incluir uma cláusula que impeça a venda do imóvel objetivando lucro (leia mais nesta página).
Em Curitiba, uma unidade financiada por R$ 55 mil pelo Minha Casa, Minha Vida, com subsídio de R$ 17 mil do governo, está sendo vendida por R$ 125 mil – uma valorização de 229% sobre o valor do financiamento. O empreendimento em questão é o Residencial Araucária, cujas chaves foram entregues no fim de 2010.
Na operação, o comprador consegue um novo financiamento junto à CEF como se estivesse adquirindo um imóvel usado. O lucro líquido do proprietário inicial com a operação é de R$ 60,2 mil, mais de 730% sobre o valor das parcelas quitadas durante a obra.
Em dezembro passado, a Gazeta do Povo mostrou dois casos em que imóveis subsidiados pelo programa foram vendidos pelo dobro do preço na capital. Um deles, inclusive, foi dado como entrada pelo comprador inicial no financiamento de um sobrado avaliado em R$ 250 mil.
Segundo a Caixa, não há regra que impeça a revenda de imóveis do Minha Casa, Minha Vida na faixa entre três e dez salários mínimos. Nessas situações, segundo o banco, a “penalidade” aplicada aos adquirentes é restrição na obtenção de um novo subsídio governamental destinado à aquisição de casa própria.
“A Caixa Econômica Federal é operadora do Programa Minha Casa Minha Vida, e não gestora. Portanto, segue as regras definidas pelo Ministério das Cidades. O valor de venda do imóvel, após este ser adquirido, é definido pelo proprietário e, evidentemente, tem de estar em sintonia com o mercado (lei da oferta e procura). A Caixa não tem poder para tabelar preço de venda de imóveis”, informa o banco, por meio de nota.
Questionados se a prática não desvirtua o objetivo do programa, o Ministério das Cidades e a Caixa responderam, em nota conjunta, que estão fazendo levantamentos para averiguar os casos apresentados. “Diante das denúncias apresentadas, a Caixa informa que o assunto será levado, de imediato, à Polícia Federal, para que sejam feitas as devidas investigações. Ao mesmo tempo, a Caixa irá verificar se foi cometida alguma falha/irregularidade por empresas que atuem como correspondente imobiliário e, em caso positivo, procederá ao descredenciamento destas, sem prejuízo de outras providências legais”, diz o texto.
Ainda segundo a nota, em se comprovando a venda ilegal ou destinação indevida de algum imóvel do programa, o governo tomará as providências legais para a retomada do bem e o repasse às famílias que se enquadrem no programa.
Governo vai propor mudança nas regras
Em um ponto, governo e oposição concordam: as regras atuais do Minha Casa, Minha Vida, que favorecem a obtenção de lucros com a venda de imóveis subsidiados pelo programa, são inconcebíveis e devem ser mudadas.
A Medida Provisória nº 514/10, que institui a segunda fase do programa, deve ganhar emenda que proíbe a venda de imóveis subsidiados visando o lucro. Ainda que hoje não haja restrição legal, a possibilidade é discutível, porque desvirtua a finalidade social do programa e financia com dinheiro público o lucro privado de quem vende a unidade. A MP está na “na fila” de votação da Câmara dos Deputados e deve ser avaliada em plenário após o recesso do carnaval.
O deputado federal André Vargas (PT-PR), relator da medida provisória, reconhece a existência de falhas na primeira fase do programa e diz que uma das mudanças mais importantes será a criação de uma emenda para coibir a venda de imóveis subsidiados objetivando o lucro.
Segundo o deputado, o mecanismo será no sentido de evitar a transferência, a escrituração de terras, e a quitação antecipada dos imóveis. “Porque muitas pessoas utilizam o programa como forma de ganhar dinheiro. E não é esse o objetivo. O Minha Casa, Minha Vida é um programa voltado a ajudar as pessoas a conquistarem seus próprios imóveis dando condições de compra com prestações a longo prazo e juros baixos, realmente para quem precisa”.
Segundo a assessoria de imprensa de Vargas, o deputado está preparando um estudo sobre o assunto, que deverá ser divulgado “nos próximos dias”.
O deputado oposicionista Eduardo Sciarra, vice-presidente nacional do Democratas, concorda com a alteração das regras atuais. “Uma vez que o programa deve beneficiar quem precisa de moradia, ele não pode ser usado para especulação imobiliária. É impossível que o governo permita que isso aconteça”, manifestou o parlamentar através de sua assessoria de imprensa.
O deputado diz apoiar a iniciativa do Minha Casa, Minha Vida, mas ressalta a necessidade de regras mais rígidas para impedir o desvirtuamento do programa. “A fiscalização deve ser feita de forma ostensiva. [O programa] está usando recursos de todos os brasileiros e não pode estar a serviço da especulação imobiliária”, afirma o deputado, que integrou a Comissão de Desenvolvimento Urbano na última legislatura.
Modelo atual financia especulação
Embora a Caixa Econômica Federal não considere o financiamento com recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) – que usa recursos dos depósitos na poupança – um subsídio direto, especialistas garantem que a falta de um mecanismo de controle na concessão de crédito para imóveis do Minha Casa, Minha Vida ajuda a impulsionar a especulação imobiliária.
“Se a Caixa não está inibindo isso [revenda dos imóveis subsidiados], está ajudando a perpetuar esse sistema especulativo. Não é unicamente responsável, mas, como agente importante nessa cadeia, acaba financiando a especulação”, avalia o doutor em planejamento Antônio Jucá Filho, da Fundação Joaquim Nabuco.
Segundo a Caixa, uma regra editada em dezembro de 2010 impede que o imóvel que contou com subsídios do programa sejam transacionados com utilização de novos subsídios. Mas a restrição não inclui o financiamento da venda a terceiros com recursos do SFH, já que, para o banco, essa não é uma forma de subsídio.
O ex-presidente do Caixa Emilio Carazzai discorda da tese. “Neste caso, há um subsídio embutido. O poupador recebe juros subsidiados pela segurança da caderneta e renuncia a uma taxa de remuneração maior. Tanto assim que, se mudássemos a legislação e extinguíssemos o direcionamento compulsório à poupança, será que algum banco emprestaria dinheiro para financiar imóveis no prazo de 30 anos, com as taxas atuais? Dificilmente. Governo e poupador estão rachando a conta, portanto há subsídio”, afirma.
Segundo Carazzai – que comandou a CEF entre 1999 e 2002, durante o governo FHC –, a existência de um comércio com os imóveis do programa é “natural e previsível”. “Essa é a profecia mais fácil de se fazer, já que a situação existe desde a época do extinto Banco Nacional da Habitação (BNH). Acontece que os programas de natureza social não revogam as leis de mercado. A venda da chave, o aluguel dos imóveis e os contratos de gaveta são efeitos secundários perversos de uma iniciativa meritória que é a habitação social. Na minha opinião, isso não deve inibir a execução do programa. Por outro lado, é preciso desenvolver antídotos”, avalia.
Segundo ele, a solução é “fácil”. “Basta olhar a matrícula do imóvel no sistema e ver se ele está financiado por um programa subsidiado e, se estiver, impedir qualquer tipo de financiamento”, sugere.
Para Jucá Filho, é impossível acabar com a especulação, mas ela deve ser combatida ao máximo quando se trata de programas de cunho social financiados com dinheiro público. “Quando se trata de especulação em um programa habitacional, que conta com recursos federais, há um desvirtuamento do interesse social. Quem ganha é o especulador, e a sociedade toda perde.”
